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12.26.2005
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Aqui fica, como prometido o 1º capitulo desta aventura!
Espero que gostem!!!!!!!!!!!!!



Kiss

Gabriela Cardoso

enviado por Miss Cat as 10:33 da tarde 2 comentarios

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* 1º Capítulo *
* Evelin Ventura *

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A chuva caía abundantemente no chão do pátio da escola.
Um vulto caminhava lentamente, pisando todas as poças, enlameando as suas botas altas, pretas e gastas. Um vulto de estatura baixa, de longos cabelos negros que se colavam à face pálida de onde surgiam uns belos olhos cor de mel, que eram porém a única doçura naquela figura escura e triste.
Ao entrar no edifico da escola secundária, poucos eram os que notavam a sua presença, mas a jovem de 17 anos continuava o seu caminho, cambaleando por entre a multidão risonha e barulhenta, para se ir refugiar algures nas trevas do auditório da escola. Lá decorriam as audições para uma peça de teatro, uma peça que falava da alegria, do amor e da amizade. Porém nada disto interessava à jovem que lentamente se recostou numa das cadeiras vermelhas, e, colocando o seu leitor de cds portátil em funcionamento, deixou-se levar pela música.
No final das audições, um rapaz vestido de preto e com mais brincos no seu corpo do que a própria natureza permitia aproximou-se da cadeira onde a jovem havia adormecido.
- Evelin! – Chamou ele com a sua voz rouca mas ao mesmo tempo sedutora – Evelin! – Repetiu ele esforçando um pouco mais a voz.
A jovem estremeceu, abrindo rapidamente os olhos e deixando escapar um sorriso.
- Paulo… – Proferiu ela na sua voz quase inaudível -…já sabes se foste seleccionado?
O jovem baixou o seu olhar.
Evelin segurou-lhe a mão carinhosamente:
-Não fiques desanimado…eles não sabem distinguir um bom actor de… - Evelin olhou para o palco onde uma bela rapariga loira, de olhos azuis, ridiculamente vestida com um conjunto cor-de-rosa mostrava o seu maior sorriso para o realizador da peça, agradecendo-lhe o facto de a ter escolhido para sua protagonista.
Paulo soltou uma pequena gargalhada:
- Evelin…vá lá achas que estou preocupado por o grupo dos betinhos e das bonequinhas ter sido escolhido?! Ainda bem que eles não gostaram da minha representação, já viste o que seria ter de conviver mais três horas por semana com aquela gente?!
Paulo Nogueira soltou três gargalhadas curtas, como se o seu riso saísse soluçando.
Evelin forçou um sorriso e levantou de novo os seus olhos para a jovem loira:
- Havias de gostar que eu fosse como ela…bonita, bem vestida, sorridente…- Evelin levantou-se baixando o olhar - …sociável.
- “Eve”… - Paulo segurou nos ombros da jovem -…eu não quero saber dessas raparigas que vestem diariamente uma sorridente máscara de maquiagem, eu gosto é de ti Evelin, tu és bonita à tua maneira, não preciso de mais nada para ser feliz.
Evelin levantou finalmente o seu triste olhar encarando Paulo:
- Sempre tens a tua banda que é muito melhor que o teatro! – Sorriu a jovem.
Nesse momento a rapariga loira aproximou-se dos dois:
- Olá Paulinho! – Disse ela esboçando o seu mais perfeito sorriso. Depois espreitou por de trás do ombro do jovem a fim de avistar Evelin – E tu…hum… Elisa…
- Evelin… – Corrigiu Evelin sem nunca a olhar nos olhos.
- Sabias que o teu namorado Elisa…
- Evelin… – Corrigiu a jovem novamente.
-…o teu namorado é um grande actor! Eu estive a falar com o realizador e pedi-lhe que ponderasse mais acerca do desempenho do Paulo e ele concordou em colocá-lo na peça novamente!
- Estás a falar a sério Cecília?! – Perguntou Paulo não escondendo o seu entusiasmo.
- É claro que sim querido! Não é óptimo?! Tu e eu vamos representar lado a lado na peça do final do ano! – Gritou estridentemente Cecília.
- Estou sem palavras “Céci”! Isso o demais mais demais do mundo!
Cecília sorriu apesar de não ter percebido o que o jovem quis dizer com aquilo. De seguida olhou para Evelin, que havia sido esquecida por ambos:
- Hum…só tenho pena que os bilhetes para o espectáculo do final de época já tenham acabado… - Disse Cecília fingindo a sua tristeza – Desculpa Elisa, mas parece que não vais puder ver o teu namorado a actuar…não é que isso te incomode é claro, afinal não dás valor a coisas que envolvam cultura. – Cecília sorriu e saiu do auditório.
- “Céci”?! – Disse Evelin indignada saindo também porta fora.
Paulo correu atrás dela:
- Evelin! – Gritou ele correndo para alcançar a namorada – Evelin espera! – Disse ele agarrando-lhe um dos seus frágeis braços. – Evelin que se passa contigo? Não compreendo! Não queres que eu represente na peça?! Não queres que faça algo que sempre gostei de fazer?
Evelin soltou-se bruscamente:
- Quem me dera que fazer o que gostas não envolvesse passares mais tempo com a Cecília Costa! Eu odeio-a Paulo e tu sabes disso! Achas que é fácil para mim ver-te a trocar sorrisos com ela?!
- “Eve”! Eu odeio a Cecília tanto como tu e sei que é difícil para ti mas faz esse sacrifício… por mim... – Paulo beijou a testa de Evelin - …pelo nosso amor.
Evelin sorriu e baixou de novo o olhar.
- Se quiseres aparece hoje á noite no “Flash”, vou estar lá com o pessoal da banda. – Disse Paulo afastando-se pelo corredor deixando Evelin sozinha.
A jovem olhou à sua volta, observando os alunos que passavam contando as aventuras diárias, alegrando-se por se aproximarem as tão desejadas férias de Natal. No seu interior Evelin também se alegrava com o final das aulas, mas não por puder passar todo o tempo sem fazer nada, alegrava-se porque eram nessas semanas que não tinha de lidar com todas aquelas pessoas que ela tanto odiava, as pessoas que a ignoravam, que desconheciam a sua existência e que contribuíam para o seu desaparecimento total. Paulo era o único que se preocupava com ela, o único que a fazia sentir-se amada. Haviam crescido juntos pois sempre moraram no mesmo prédio. E desde sempre Evelin o amara com todo o amor que não podia repartir por amigos. No fundo Paulo era a única pessoa no mundo sombrio de Evelin.
Evelin caminhou lentamente para casa. A chuva continuava a cair ignorando também a presença da jovem, era como se toda aquela cidade, a que Evelin chamava de “Cidade Cinzenta”, fechasse os olhos à passagem da jovem.
Entrou no seu prédio cujo exterior estava manchado com o fumo, subiu de elevador até ao 6º andar, e entrou no apartamento 6º esquerdo.
Lá dentro tudo estava escuro, e a jovem Evelin não se preocupou em acender a luz ou em abrir as janelas, apenas se dirigiu à cozinha onde os pais, Álvaro e Cristina Ventura, haviam deixado o habitual bilhete a informar onde estava o jantar da jovem.
A jovem rapariga raramente estava com os seus pais que saíam para trabalhar antes de Evelin acordar e chegavam depois desta já se ter deitado. O pai geria uma empresa de cremes corporais e a mãe, auto denominava-se de “consultora de moda”, mas não era mais do que da gerente de uma loja de roupa que passava o dia dar conselhos a mulheres ricas e gordas sobre o que vestir.
Evelin nem precisou de ler o pedaço de papel escrito á pressa, arrancou-o da porta do frigorífico e deitou-o no lixo. Depois dirigiu-se ao micro-ondas de onde retirou um pacote que guardava o que restou de uma refeição encomendada por telefone e atirou o pacote para junto do bilhete dos pais. De seguida dirigiu-se ao seu quarto.
Eram 17 metros quadrados de posters de grupos de heavy metal entre eles uma foto da banda na qual o seu namorado era baterista.
Evelin olhou-se ao espelho (coisa que raramente fazia), pensou em arranjar-se para aquela noite, em pentear o cabelo, em vestir algo melhor, em pôr-se bonita para Paulo, afinal ele merecia.
A jovem abriu o armário onde descansavam solitárias seis camisolas e três pares de calças pretas. Evelin suspirou e retirou a sua camisola mais “provocante”, que, ao contrário das outras, mostrava um pouco dos seus ombros brancos. Depois penteou os longos cabelos negros que lhe davam pela cintura. Atreveu-se mesmo a esgueirar-se até ao quarto dos pais e colocar um pouco de brilho nos lábios com um gloss da sua mãe.
“Se a minha mãe me visse agora” – Pensou ela ao sair de casa.
A chuva tinha parado quando Evelin alcançou o letreiro vermelho onde se lia “Bowlling Flash”. Era o local de entretenimento preferido da jovem e apesar de se encontrar num recanto da Cidade Cinzenta estava sempre repleto de jovens, e essa noite não era excepção.
Evelin procurou o seu namorado numa das pistas de bowlling, mas avistou apenas Carl B., o vocalista da banda com a sua namorada daquela noite.
- Carl! – Chamou Evelin acenando.
O vocalista levantou-se espantado com a presença da jovem.
- Evelin…por aqui hoje? – Perguntou ele um pouco nervoso.
- Sim…vim encontrar-me com o Paulo como de costume… - Respondeu ela estranhando o comportamento de Carl.
- O Paulo! O Paulo… hum – Carl baixou o olhar e Evelin não deixou de notar um sorriso de troça vindo da namorada do musico - …bem Evelin…o Paulo ele saiu… - Concluiu Carl.
- Boa noite Evelin! – Cumprimentou a namorada de Carl com o seu ar trocista – O que o Carl queria dizer é que o Paulo está lá fora à tua espera.
Carl olhou a namorada com espanto, mas mal teve tempo para responder pois Evelin já se havia dirigido para a saída.
Ao fim de alguns segundos à sob a pesada chuva que recomeçara a cair Evelin avistou Paulo de costas, mas quando se aproximou parou bruscamente como se uma barreira invisível a tivesse detido e uma faca afiada a tivesse atravessado. Uma lágrima escorreu pela sua face ao ver o que os seus olhos não queriam ver e ao sentir o que o seu coração solitário nunca pensou sentir. Paulo estava ali, poucos metros à sua frente beijando Cecília, a mesma Cecília que ele dissera odiar.
Evelin virou costas e correu o mais que pôde até alcançar a entrada do seu prédio. Ao passar pelo espelho do seu quarto limpou violentamente o gloss dos seus lábios e encolheu-se num canto escuro do seu quarto chorando a sua triste sorte.
No dia seguinte, ao entrar na escola Evelin deparou-se com Cecília e o seu grupo de amigas. Cecília soltou uma forte gargalhada ao avistar Evelin, esta olhou-a friamente.
- Lamento Elisa… - Disse Cecília por entre a sua gargalhada -…mas há coisas que são boas de mais para ti!
Evelin parou escutando as gargalhadas ruidosas do grupo das “bonequinhas”.
- O meu nome é Evelin! – Gritou ela avançando com toda a sua raiva para Cecília que soltou um grito.
Uma multidão de jovens juntou-se para ver as duas raparigas lutarem, uns aplaudiam outros gritavam, e por fim Paulo correu para elas alarmado por todo aquele alarido.
- Evelin pára! – Gritou ele tentando furar por entre a multidão.
Quando alcançou as jovens agarrou em Evelin enquanto Cecília ficara no chão soluçando ofegantemente.
- Evelin estás louca?! – Gritou de novo Paulo.
Evelin conseguindo por fim libertar-se olhou-o com desdém:
- Como é que foste capaz de me fazer uma coisa destas?! Eu vi-te ontem à noite com ela! – Gritou Evelin por entre lágrimas.
Nesse momento a discussão foi interrompida por um professor que assistiu a tudo.
- Menina… - Disse ele apontando para Evelin - …faça o favor de se dirigir comigo ao gabinete do director.
Evelin limpou as lágrimas e caminhou cabisbaixa à frente do professor, deixando toda a gente espantada com aquela situação.
O director da escola, um homem gordo cuja face parecia fundir-se com o pescoço, andava de um lado para o outro na frente de Evelin.
- Menina Evelin Ventura… – Disse ele por fim -…será que me pode explicar o que se passou?
- Eu tive uma discussão que não acabou bem com a Cecília… - Murmurou Evelin sempre com os olhos fixos no chão.
- Bem me pareceu que a culpa tinha sido sua. – Disse ele.
Evelin levantou rapidamente o olhar:
- Mas não foi! Ela é que me provocou! – Gritou Evelin.
- Menina Evelin…- O director nunca perdia a calma ao falar -…pelo que me consta dos seus registos… - Disse ele consultando umas folhas -…a menina anda no 11º ano, e poucos são os professores que se podem alegrar com a sua adorável presença nas aulas. – Afirmou o director ironicamente – Também não ouvi falar das suas notas excelentes pelo que devo presumir que não existem. Sendo assim, e tendo em conta que a menina Cecília Costa é academicamente o seu oposto… - O director estendeu um papel a Evelin -…a menina está expulsa!
Evelin estremeceu com esta afirmação, mas não pronunciou uma única palavra e saiu silenciosamente do gabinete.
Já em casa Evelin esperou pelos pais, e as horas que outrora demoravam a passar desta vez pareciam ter acelerado.
Quando Álvaro e Cristina entraram em casa Evelin respirou fundo e apresentou-lhes o papel da sua expulsão.
Cristina irrompeu em lágrimas e Álvaro olhou furiosamente para a filha.
- Evelin. – Disse ele na sua voz grave e firme. – Já para o teu quarto e só de lá sais quando eu te chamar.
Evelin não contestou e encaminhou-se para o quarto.
Uma hora passou até Evelin ouvir a voz de seu pai a chama-la.
A jovem foi encontrar os pais sentados na mesa da cozinha. O pai apontou-lhe uma cadeira e Evelin sentou-se obedientemente.
- Evelin… - Começou Álvaro - …estamos muito desapontados contigo! Nós pensávamos que te tínhamos dado a educação devida, pensávamos que tudo estava bem na escola, e afinal…estivemos a investir em ti para nada! – Gritou ele.
Evelin levantou-se bruscamente:
- Eu não sou nenhum dos teus produtos em que investes! Eu sou uma pessoa! Sou vossa filha! Expliquem-me como é que querem dar-me educação se passo semanas sem vos ver! – Gritou Evelin indignada.
Cristina voltou a desfazer-se em lágrimas.
- Evelin! Já chega! – Impôs-se Álvaro – Eu e a tua mãe decidimos que enquanto não arranjarmos uma escola que te aceite vais para Celtin morar com a avó Camila.
- O quê?! – Surpreendeu-se Evelin – Com a avó Camila?! Em Celtin?! Naquele fim de mundo campestre?! Onde não há bowlling e dificilmente há televisão?! Vocês não me podem fazer isso!
- Podemos e vamos fazê-lo Evelin. Faz as malas pois amanha bem cedo partes para Celtin.
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enviado por Miss Cat as 10:06 da tarde 6 comentarios

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12.24.2005
***Outros Looks***
Aqui ficam outros looks de algumas das personagens principais!!!!


enviado por Miss Cat as 5:30 da tarde 0 comentarios

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Notificação

Olá a todos outra vez!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quem estiver a ver este blog pela 1ª vez por favor não se esqueçam de ver os arquivos pois lá tens mais posts desta história mágica!!!!!

Kiss

Gabriela Cardoso

enviado por Miss Cat as 2:40 da tarde 0 comentarios

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*Devon*

Idade: Desconhecida
Características Fisicas: Cabelos loiros penteados para trás; olhos cinzentos; extremamente sedutor
Características Psicológicas: Inveja tudo e todos; faz de tudo para conseguir aquilo que deseja
Outros: Elfo, filho de Naím que passou para o lado do mal; Maneja ágilmente o arco e a espada; Braço direito de Irina

enviado por Miss Cat as 2:16 da tarde 0 comentarios

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*Matt*

Idade: 19
Características Físicas:Alto; cabelo castanho escuro que usa normalmente despenteado; olhos castanhos escuros
Características Psicológicas: Reservado; astuto ; destemido
Outros: Descende de uma familia da caçadores de tesouros raros e como os seus familiares é caçador desde os 9 anos de idade; busca um dos mais importantes tesouros do mundo que só o Rei Dragão lhe pode dar; conhece Evelin e acompanha-a na sua demanda.

enviado por Miss Cat as 2:05 da tarde 1 comentarios

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12.21.2005
*Strike*

Características Físicas: Unicórnio branco.
Características Psicológicas: Inocente; Corajoso
Outros:É um presente para Evelin de Naím. Torna-se num dos melhores amigos de Evelin trazendo-lhe um pouco de sensibilidade.

enviado por Miss Cat as 10:37 da tarde 3 comentarios

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12.08.2005
Mais fotolikas!!!!


Aqui ficam mais meus friends.. E não estão todos!!! .... Doru-vos pessoal!!!!!!!!!!

enviado por Miss Cat as 9:31 da tarde 2 comentarios

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12.01.2005
Na alma de...Evelin

Evelin Ventura uma rapariga de 17 anos é o espelho de muitos jovens com os quais convivemos diáriamente.
Sem esperança num futuro melhor, sempre cabisbaixa esprimindo um olhar triste Evelin arrasta-se pelos dias como se fosse obrigada a viver.
De um momento para o outro vê-se dentro de um mundo que ela própria desacreditou diversas vezes, um mundo onde não mais importam os problemas dela, mas sim os de uma comunidade que se vai degradando de dia para dia.
Muitos serão os leitores que se vão identificar com a vida desta personagem ( posso confessar que até eu me identifico com ela ás vezes) e espero que sejam ainda mais aqueles que consigam encontrar um caminho através da vida desta jovem...
Para mim, Evelin Ventura personifica, não só os jovens sem esperança que olham o futuro de um modo céptico, mas também a célebre frase "melhores dias virão".
Depois de muito se debater com os seus demónios interiores Evelin acaba por utilizar todos os seus sofrimentos e desilusões para bem daqueles que mais precisam tornando-se assim em alguém melhor...
Portanto Evelin Ventura é a personagem principal do meu livro não por possuir poderes mágicos ou por ser extremamente popular, mas sim pela força interior que demonstra ao longo de todos os capítulos do livro!

enviado por Miss Cat as 10:47 da tarde 3 comentarios

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Nome:Gabriela Cardoso
Idade: 18
E-Mail:
Gosto de: Escrever, ler, fadas, gatos...
Não gosto de: Cepticismo



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